sonhos kkk
Segunda, 02:30
da madruga...
Quarto escuro, um silêncio mortal. Não ouvia a
respiração dos meus pais, nem de minha irmã...
A
lua, iluminando um pedaço da cama dos meus pais, me revela que lá, não havia
nenhuma alma... Não havia nada. Fiquei parada, com medo de olhar para o lado e
constatar o que eu já previa.
Minha irmã também não estava lá. Eu não sabia que horas
era, nem de quantos dias tinha se passado, só sei que eu estava sozinha, e isso
era ruim.
Com medo de pisar no chão... Arrastei-me até o pé da
cama. Não sei que finalidade que isso deu pra mim, mais eu
fiz...
Com a coragem que nunca tive, levantei da cama, e
andando no escuro, acendi as luzes.
Vi
que o relógio marcava 02:31, vi que não havia ninguém no quarto ( ao não ser eu
é claro), e isso tinha começado a me assusta!
Quando ouço a campainha tocar ferozmente, nisso meu
extinto de sobre vivência me fez apagar as luzes.
De
pijama, desci a escada, que ao relevo da noite estava húmida e gelada. Descalça,
fui sentindo o piso gelado sob meus pés que andavam sem eu mesmo
perceber.
Abri a porta, e o som da campainha soava mais alto que
o normal. Fiquei de frente para o corredor. Totalmente escuro e sem vida.
Avistei no portão três pessoas, que puderam me ver... em meio a escuridão.
Não sei como, nem o porquê, mais elas não me eram
estranhas, minha mente tentava processar o improcessável, pois os seus rostos
não pude ver.
Minha garganta estava fechada, não consegui falar
absolutamente nada...
Em
um instante de desespero, perdi o ar a minha volta, era como se o ar estivesse
se agitando em minha volta, fazendo com que eu não conseguisse aspirá-lo, para
dentro de meus pulmões.
Fui chegando mais perto, e a lua me mostrou o que eu
queria ver, eram meus amigos estáveis e cabeça oca.
Olhando-me com um sorriso encantador. Que imediatamente
me fez sorrir por igual a eles.
Tainá, Léo e Pe, estavam agora na minha frete, me
olhando, esperando não sei o que?!
Minha cabeça estava confusa. Porque hoje nessa noite,
estava acontecendo coisas que normalmente não acontecia, que nunca tinha acontecido até
então.
Eu
queria ficar brava, mais não consegui!!!
Pulando um pouco pra frete a história, abri meus olhos
e estávamos na rua, em uma rua sem saída, com matos em nossa
volta...
Estava frio, e quente ao mesmo tempo, eu não sorria,
não chorava, não tinha reação alguma.!
Pra mim o tempo tinha parado, ficado ali, descansando
sem pressa pra voltar a trabalhar.
Olhei para o lado esquerdo, e vi o Pe, me olhando e
sorrindo ansiosamente esperando uma resposta em meu olhar. Do lado dele estava a
Tainá, sorrindo com o olhar, e estendo a mão, como se fosse dançar... Segurando minha mão, com calma e me
transmitindo paz. Estava o Léo. Não olhei em seu rosto, fique observando sua mão
sub a minha, e um frio que subia junto com um ar quente, em meu corpo que
estremecia.
Naquele momento tudo o resto, era só o resto. Somente
resto.
Estava perfeito, tirando a parte que estávamos no meio
de uma rua sem saída, na madruga, meus pais sem
sinal de vida, e ... é quando ouvimos um barulho no mato. Não parecia
bicho, e não era.
Sai o Jack, com uma cara de doendo, um predador em
busca da presa, e ali, naquela hora, pensei que ia ser nosso fim... Segurei
forte na mão do Léo, que no mesmo instante segurou na minha, dando uma resposta
de segurança para mim.
Olhei para o Pe e
a Taina, parados imóveis olhando
a cara daquele psicopata, que babava e chaqualhava a cabeça de um lado
para o outro, dando risada de nossas expressões de medo.
Não me pergunte pra onde, nem que direção. Pois não
vi.
Assim olhei para o Léo, com um sorriso tímido de
criança, e naquela hora vi seu rosto pela primeira vez naquela noite. Seu olhar
me trazia calma, e me deixava feliz.
Ali, parados no meio da rua, ouvi a Taina ri sem
parar.
Como num sequência quase perfeita, trocando olhares, eu
e Léo, sem trocar nenhuma palavra, já sabia o que íamos ver, quando virássemos a
cabeça em direção deles.
Como num jogo perfeito, nós acertamos o inconsciente,
Taina tinha comido mentos de tutfrut. Isso era fatal o suficiente para deixa-la
loka, como se tivesse bebido litros e
mais litros de bebidas alcoólicas.
Nessa hora, eu desanimada disse;
-
Pe... Não acredito que deu mentos pra ela?!! Não acredito... poxa sabe que não
pode.
Ela lá... Rachando de ri, jogada na calçada de pernas
pra cima balançando desesperadamente com a agonia do riso que te
impregnava.
Na
realidade era mais nada estava normal. Então como se fosse uma mãezona eu estava
ali, preocupada com a menina que havia comido mentos.
Com inquietude disse:
-meu você podia ter dado pra ela beber um litro de
vodca, mais mentos de tutfrut não...
Eu
estava decepcionada, queria ir embora, mais Léo, não soltara minha
mão.
Pe
me disse:
-
Tatee, pode ficar sossegada que eu cuido dela, fica tranquila
ta?!
Olhando em outra direção, eu virei minha cabeça num
circulo perfeito, e com um sorriso sincero concordei com sua
fala.
Pra mim já era hora de ir embora, o medo e a tentação
que fazia com que ficasse lá, andavam juntos, numa sincronia sem
defeitos.
Léo, não havia dito se quer uma palavra àquela noite,
pois para nós nos intentemos não precisávamos de palavras, mas sim de troca de
olhares, às vezes nem isso.
Podíamos ficar o tempo do mundo se olhando que íamos
entender o que se passava na mente dos dois. Era fascinante pra mim. Isso me despertava
curiosidade.
Quando ele ia dizer, ouvimos um barulho vindo do mato.
Sabíamos que não era o Jack de novo, pois esse não queria que soubéssemos que
estava lá. Ao contrario de Jack, que não ligava pra nada.
Intrigada, fui em direção ao som que fez com que o
coração de todos pusesse mais sangue para veias, dando um frio na
barriga.
Só
que em mim, a adrenalina veio com estupidez, fazendo com que meu corpo se
movesse em direção ao perigo.
Meu braço de estico e com um tranco, dei dois passos
para traz. Segui a linha fina do braço, e no final encontrei a mão de Léo. Que
fazia uma volta completa em meu pulso. Dando a ele total controle de meu braço.
Impedindo minha ida até o matagal.
Olhei em seus olhos que me diziam pra não ir, mais
teimosa como sempre fui.
O
medo de não voltar me fez com que voltasse e desse um beijo em
Léo.
Assim fui, e quando estava preste a entrar no matagal.
Que de uma hora pra outra parecia maior que o normal, em um pulo rápido e
preciso, saiu meu paii de lá... Dizendo enquanto está no ar.
-
você ta namorandooo... ÔÔÔÔÔÔ

KKKKK
UMA VELHA PIADIINHA QUE
ACONTECEU. QUE OUTRO DIA EU CONTO.
BJO BJO PRA
VCS
Foi ai que eu acordei,
assustada, e meu pai fala:
-
O que foi tati...
Nada pai... querendo ri...
ai, ai ...



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