segunda-feira, 9 de abril de 2012

Sonhooss =) ( 20 de Março)


sonhos kkk

 
Segunda, 02:30 da madruga...

A campainha toca, num susto disparador eu acordo!
Quarto escuro, um silêncio mortal. Não ouvia a respiração dos meus pais, nem de minha irmã...
A lua, iluminando um pedaço da cama dos meus pais, me revela que lá, não havia nenhuma alma... Não havia nada. Fiquei parada, com medo de olhar para o lado e constatar o que eu já previa.
Minha irmã também não estava lá. Eu não sabia que horas era, nem de quantos dias tinha se passado, só sei que eu estava sozinha, e isso era ruim.
Com medo de pisar no chão... Arrastei-me até o pé da cama. Não sei que finalidade que isso deu pra mim, mais eu fiz...
Com a coragem que nunca tive, levantei da cama, e andando no escuro, acendi as luzes.
Vi que o relógio marcava 02:31, vi que não havia ninguém no quarto ( ao não ser eu é claro), e isso tinha começado a me assusta!
Quando ouço a campainha tocar ferozmente, nisso meu extinto de sobre vivência me fez apagar as luzes.
De pijama, desci a escada, que ao relevo da noite estava húmida e gelada. Descalça, fui sentindo o piso gelado sob meus pés que andavam sem eu mesmo perceber.
Abri a porta, e o som da campainha soava mais alto que o normal. Fiquei de frente para o corredor. Totalmente escuro e sem vida. Avistei no portão três pessoas, que puderam me ver... em meio a escuridão.
Não sei como, nem o porquê, mais elas não me eram estranhas, minha mente tentava processar o improcessável, pois os seus rostos não pude ver.
Minha garganta estava fechada, não consegui falar absolutamente nada...
Em um instante de desespero, perdi o ar a minha volta, era como se o ar estivesse se agitando em minha volta, fazendo com que eu não conseguisse aspirá-lo, para dentro de meus pulmões.
Fui chegando mais perto, e a lua me mostrou o que eu queria ver, eram meus amigos estáveis e cabeça oca.
Olhando-me com um sorriso encantador. Que imediatamente me fez sorrir por igual a eles.
Tainá, Léo e Pe, estavam agora na minha frete, me olhando, esperando não sei o que?!
Minha cabeça estava confusa. Porque hoje nessa noite, estava acontecendo coisas que normalmente não acontecia, que nunca tinha acontecido até então.
Eu queria ficar brava, mais não consegui!!!
Pulando um pouco pra frete a história, abri meus olhos e estávamos na rua, em uma rua sem saída, com matos em nossa volta...
Estava frio, e quente ao mesmo tempo, eu não sorria, não chorava, não tinha reação alguma.!
Pra mim o tempo tinha parado, ficado ali, descansando sem pressa pra voltar a trabalhar.
Olhei para o lado esquerdo, e vi o Pe, me olhando e sorrindo ansiosamente esperando uma resposta em meu olhar. Do lado dele estava a Tainá, sorrindo com o olhar, e estendo a mão, como se fosse dançar... Segurando minha mão, com calma e me transmitindo paz. Estava o Léo. Não olhei em seu rosto, fique observando sua mão sub a minha, e um frio que subia junto com um ar quente, em meu corpo que estremecia.
Naquele momento tudo o resto, era só o resto. Somente resto.
Estava perfeito, tirando a parte que estávamos no meio de uma rua sem saída, na madruga, meus pais sem sinal de vida, e ... é quando ouvimos um barulho no mato. Não parecia bicho, e não era.
Sai o Jack, com uma cara de doendo, um predador em busca da presa, e ali, naquela hora, pensei que ia ser nosso fim... Segurei forte na mão do Léo, que no mesmo instante segurou na minha, dando uma resposta de segurança para mim.
Olhei para o Pe e a Taina, parados imóveis olhando a cara daquele psicopata, que babava e chaqualhava a cabeça de um lado para o outro, dando risada de nossas expressões de medo.
Léo, o conhecia, e antes que pudesse falar com ele, ele já tinha ido...
Não me pergunte pra onde, nem que direção. Pois não vi.
Assim olhei para o Léo, com um sorriso tímido de criança, e naquela hora vi seu rosto pela primeira vez naquela noite. Seu olhar me trazia calma, e me deixava feliz.
Ali, parados no meio da rua, ouvi a Taina ri sem parar.
Como num sequência quase perfeita, trocando olhares, eu e Léo, sem trocar nenhuma palavra, já sabia o que íamos ver, quando virássemos a cabeça em direção deles.
Como num jogo perfeito, nós acertamos o inconsciente, Taina tinha comido mentos de tutfrut. Isso era fatal o suficiente para deixa-la loka, como se tivesse bebido litros e mais litros de bebidas alcoólicas.
Nessa hora, eu desanimada disse;
- Pe... Não acredito que deu mentos pra ela?!! Não acredito... poxa sabe que não pode.
Ela lá... Rachando de ri, jogada na calçada de pernas pra cima balançando desesperadamente com a agonia do riso que te impregnava.
Olhei para o Léo que queria ri da situação. Segurando minha mão e olhando como se fosse normal.
Na realidade era mais nada estava normal. Então como se fosse uma mãezona eu estava ali, preocupada com a menina que havia comido mentos.
Com inquietude disse:
-meu você podia ter dado pra ela beber um litro de vodca, mais mentos de tutfrut não...
Eu estava decepcionada, queria ir embora, mais Léo, não soltara minha mão.
Pe me disse:
- Tatee, pode ficar sossegada que eu cuido dela, fica tranquila ta?!
Olhando em outra direção, eu virei minha cabeça num circulo perfeito, e com um sorriso sincero concordei com sua fala.
Pra mim já era hora de ir embora, o medo e a tentação que fazia com que ficasse lá, andavam juntos, numa sincronia sem defeitos.
Léo, não havia dito se quer uma palavra àquela noite, pois para nós nos intentemos não precisávamos de palavras, mas sim de troca de olhares, às vezes nem isso.
Podíamos ficar o tempo do mundo se olhando que íamos entender o que se passava na mente dos dois. Era fascinante pra mim. Isso me despertava curiosidade.
Quando ele ia dizer, ouvimos um barulho vindo do mato. Sabíamos que não era o Jack de novo, pois esse não queria que soubéssemos que estava lá. Ao contrario de Jack, que não ligava pra nada.
Intrigada, fui em direção ao som que fez com que o coração de todos pusesse mais sangue para veias, dando um frio na barriga.
Só que em mim, a adrenalina veio com estupidez, fazendo com que meu corpo se movesse em direção ao perigo.
Meu braço de estico e com um tranco, dei dois passos para traz. Segui a linha fina do braço, e no final encontrei a mão de Léo. Que fazia uma volta completa em meu pulso. Dando a ele total controle de meu braço. Impedindo minha ida até o matagal.
Olhei em seus olhos que me diziam pra não ir, mais teimosa como sempre fui.
O medo de não voltar me fez com que voltasse e desse um beijo em Léo.
Assim fui, e quando estava preste a entrar no matagal. Que de uma hora pra outra parecia maior que o normal, em um pulo rápido e preciso, saiu meu paii de lá... Dizendo enquanto está no ar.
- você ta namorandooo... ÔÔÔÔÔÔ

KKKKK

UMA VELHA PIADIINHA QUE ACONTECEU. QUE OUTRO DIA EU CONTO.

BJO BJO PRA VCS

Foi ai que eu acordei, assustada, e meu pai fala:
- O que foi tati...
Nada pai... querendo ri...

ai, ai ...

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